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5 de Outubro

Centenario-Republica-portuguesa São hoje comemorados em todo o país os 100 anos da Implantação da República Portuguesa, que resultou de um golpe de estado levado a efeito pelo Partido Republicano Português que destituiu a Monarquia Constitucional, instituindo assim o Regime Republicano.

Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da Constituição de 1911, dando-se assim início à Primeira República. Entre outras mudanças, com a implantação da república, foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional e a bandeira.

Tratado ZamoraApesar do dia 5 de Outubro ser o feriado do laicismo republicano de 1910, importa, também, relembrar e homenagear devidamente em cada 5 de Outubro que passa, um evento da Idade Média deveras especial e carismático que os Portugueses não podem esquecer nem ignorar: o Tratado de Zamora, ocorrido a 5 de Outubro de 1143. Nesta data emblemática ocorreu a Fundação da nossa Nacionalidade, devido ao esforço e mérito de D. Afonso Henriques, Primeiro Rei de Portugal.

Não esqueçamos contudo, independentemente da corrente política que sigamos, somos todos portugueses. Assim sendo VIVA PORTUGAL!

Transparente.smallCitrus Sénior

NOS DIAS QUE CORREM …

Diálogo entre um contribuinte, comprador de uma viatura, e o Estado (a circular por esses e-mail fora):

no-money Contribuinte - Gostava de comprar um carro.
Estado - Muito bem. Faça o favor de escolher.
Contribuinte - Já escolhi tenho que pagar alguma coisa?
Estado - Sim. De acordo com o valor do carro (IVA)
Contribuinte - Ah. Só isso.
Estado - e uma "coisinha" para o por a circular (IUC)
Contribuinte - Ah!
Estado - e mais uma coisinha na gasolina necessária para que o carro efectivamente circule (ISP)
Contribuinte - mas sem gasolina eu não circulo.
Estado - Eu sei.
Contribuinte - mas eu já pago para circular.
Estado - claro.
Contribuinte - então vai cobrar-me pelo valor da gasolina?
Estado - também. mas isso é o IVA. o ISP é outra coisa diferente.
Contribuinte - diferente?
Estado - muito. o ISP é porque a gasolina existe.
Contribuinte - porque existe?
Estado - há muitos milhões de anos os dinossauros e o carvão fizeram petróleo. e você paga.
Contribuinte - só isso?
Estado - Só. Mas não julgue que pode deixar o carro assim como quer.
Contribuinte - como assim?
Estado - Tem que pagar para o estacionar.
Contribuinte - para o estacionar?
Estado - Exacto.
Contribuinte - Portanto pago para andar e pago para estar parado?
Estado - Não. Se quiser mesmo andar com o carro precisa de pagar seguro.
Contribuinte - Então pago para circular, pago para conseguir circular e pago por estar parado.
Estado - Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém. O carro é novo?
Contribuinte - Novo?
Estado - é que se não for novo tem que pagar para vermos se ele está em condições de andar por aí.
Contribuinte - Pago para você ver se pode cobrar?
Estado - Claro. Acha que isso é de borla? Só há mais uma coisinha...
Contribuinte - Mais uma coisinha?
Estado - Para circular em auto-estradas
Contribuinte - mas eu já pago imposto de circulação.
Estado - mas esta é uma circulação diferente.
Contribuinte - Diferente?
Estado - Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.
Contribuinte - Só mais isso?
Estado - Sim. Só mais isso.
Contribuinte - E acabou?
Estado - Sim. Depois de pagar os 25 euros acabou.
Contribuinte - Quais 25 euros?
Estado - Os 25 euros que custa pagar para andar nas auto-estradas.
Contribuinte - Mas não disse que as auto-estradas eram só para quem quisesse?
Estado - Sim. Mas todos pagam os 25 euros.
Contribuinte - Quais 25 euros?
Estado - Os 25 euros é quanto custa. manguito
Contribuinte - custa o quê?
Estado - Pagar.
Contribuinte - custa pagar?
Estado - sim. Pagar custa 25 euros.
Contribuinte - Pagar custa 25 euros?
Estado - Sim. Paga 25 euros para pagar.
Contribuinte - Mas eu não vou circular nas auto-estradas.
Estado - Imagine que um dia quer...tem que pagar
Contribuinte - tenho que pagar para pagar porque um dia posso querer?
Estado - Exactamente. Você paga para pagar o que um dia pode querer.
Contribuinte - E se eu não quiser?
Estado - Paga multa.

Transparente.smallCitrus Sénior

ALGO VAI MAL

Caros amigos e leitores;

S eis e vinte da manhã, o astro rei ainda no segundo sono e sem mostrar indícios de pretender acordar e aqui o vosso amigo já na rua. Dado ser de hábitos adquiridos, os mesmos passos diários…  compra do jornal desportivo e cafezinho tomado e toca a ir para a gare da CP, esperando o transporte habitual.

Todo este ritual me leva a passar pelo espaço das bilheteiras, onde se encontram dois dispensadores do diário gratuito “Destak”, passo a publicidade. Recorrente é verificar que os mesmos se encontram, carregados até meio, com a referida publicação. Até aqui tudo bem, mas o problema reside no facto da mesma ser sempre do dia anterior, o que me leva a pensar que existe alguma lacuna na distribuição da referida publicação, ficando assim os utentes do referido transporte, inibidos de a poder ler.

Se assim não for o caso, peço desculpa pela ignorância, mas quer-me parecer que esta e outras publicações similares, “vivem” à custa das publicidades nelas inseridas o que me leva a outro exercício de pensamento. Publicação existente e lida – publicidade com toda a possibilidade de ser vista e lida; publicação não distribuída – publicidade não vista. Ora bem… se se desse o caso de ser eu um dos pagantes de publicidade na dita publicação é lógico pensar que não continuaria a pagar por algo que não está à vista.

Mais ainda… dado a publicação estar disponível nos dispensadores, as pessoas levam-na sem verificar o dia a que diz respeito e, assim sendo, temos como efeito colateral, a gare forrada com a publicação que ao reparar-se ser atrasada, simplesmente é deitada fora - é evidente que o diário não tem culpa desta falta de civismo, mas, agindo desta maneira, contribui para a sua existência.

Deixo aqui um pedido aos responsáveis da dita publicação; verifiquem por favor os factos a que me reporto e tentem corrigi-los que os leitores agradecem.

Um forte abraço deste vosso,

Transparente.smallCitrus Sénior

ODE AO AMOR

Caros amigos e leitores;

Fez no pretérito próximo dia 1 do corrente mês e ano, 27 anos, que num radioso e ensolarado dia, numa pequena aldeia da Beira Alta, joguei uma das maiores cartadas da minha vida e tive a fortuna de me ter saído o “Jackpot”.

Casei com a parceira que ainda hoje me acompanha, aconselha, acarinha, ampara e ama. Sim porque o casamento não significa o esmorecimento do amor, mas sim o seu fortalecimento, consolidação e também responsabilização.

Amor que é verdadeiro dura a vida inteira. Se não durou é porque nunca foi amor.

O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até às traições. Sem perdão não há amor.

O amor é uma equação onde prevalece a divisão dos carinhos, a soma das responsabilidades, a multiplicação do perdão e a subtracção do egoísmo.

Amor é quando percebemos que a nossa “cara metade” fez algo de errado, e mesmo assim olhamo-la nos olhos e dizemos: “Mesmo fazendo algo que está errado eu não sei viver sem ti. Eu não posso ser nem a metade do que sou se não estiveres perto de mim”.

O amor possibilita-nos desencantar lugares do nosso coração que sozinhos jamais poderíamos descobrir.

O poeta soube traduzi-lo na perfeição, quando disse: “Se eu não te amasse tanto, talvez perdesse os sonhos dentro de mim e vivesse na escuridão”.

Por tudo isto queria deixar aqui exposto o quanto ainda amo a minha esposa e agradecer-lhe o facto de sempre me ter acompanhado tanto nos bons momentos, quanto nos menos bons.

Transparente.smallCitrus Sénior